10 de fevereiro de 2009
Adam Pacitti
Isto é que é dedicação. E se ele sonhou com alguém que não existe? Vai passar a vida toda sem mais ninguém porque quer encontrar a mulher do sonho?
9 de fevereiro de 2009
Agoirei tanto....
I hate to say, but... I told you so!
Em resposta aos comentários
Então, long story short, e tentando responder:
Actualmente não há um namorado, pelo que não se poria o caso de arriscar alguma coisa. Há sim, uma namorada da parte dele, o que me torna uma pessoa algo "doentia". Não que nunca o tenha feito, mas porque este é um caso especial. E porquê, perguntam vocês! Porque eu fui a primeira namorada a sério da criatura, e durante o ano em que estivémos juntos, muito batalhei para o tornar num ser "normal". Sim, porque até chegar a mim, a criaturinha, com menos 5 anos que eu, andava de certeza a tentar bater o record nacional de "casual sex". E tu namoraste com um gajo assim? Ya, na altura apeteceu-me e o sexo era bom (foi do treino, com certeza) e pronto!
Ora, eu sei que se fosse jantar com ele, ia haver sexo. E o sexo com ele é bom. E nada nos impedia de ter bom sexo um com o outro. Afinal, eu sei que, para ele, eu sou a mulher da vida dele, modéstia à parte, claro. E o facto de ele ter uma namorada é um problema que é só dele e ele é que tem de se preocupar com isso.
Mas a realidade é que acabei por não ir. Não porque não quisesse ir, mas porque para além de ter adormecido completamente assim que aterrei na cama, o local de trabalho dele foi assaltado e ele teve de ir mais cedo. Tendo em conta que trabalha a 200km daqui, tornou-se impossível realizar o "jantar"...
Humm...
E agora: Vou? Não vou?
Vou-me debruçar sobre o assunto, enquanto durmo um bocadinho :)
8 de fevereiro de 2009
E não é que...
Ele, doente, vai à mesma! E ainda me veio pedir um Aspegic!
É tão injusto, tão injusto!! Eu também quero ir!!!! É que nem na televisão vou poder ver, vai ser mesmo à antiga... relato da rádio!
Mas eu vingo-me, a sério que me vingo!
Mais um prémio
lá se decidiu a atribuir-me este magnífico prémio:

A ele, o meu muito obrigados por ter tido este singelo blog em consideração.
Muahahaha (riso maquiavélico!)
- Olha o que eu tenho!! Eheheh! E ainda há mais bilhetes! Mas tu não podes ir... tens de ir tabalhar!
Um qualquer Ser Superior castiga! Ficou doente... não pode ir! Muahahahah!
(sim, eu sei... rir-me à custa das desgraças dos outros é feio... ainda por cima do próprio pai... tão ruim que é a Tulicreme!!!)
7 de fevereiro de 2009
Para os interessados: https://twitter.com/Tulicreme
Bah!
Mas não... a Tulicreme tem de ir trabalhar às 4 da tarde. Estou aqui, estou a ligar amanhã de manhã para o Engenheiro a dizer que estou muuuuito doente. Mas o gajo é do Sporting e deve de ver o jogo pela televisão. E um urso fofinho na bancada não passa despercebido...
Update do Sono
Depois de ter andado a passear com os cães durante cerca de 15 minutos, fui-me deitar.
Acordei hoje, às 08:20!!
Eu bem dizia que andava com o sono atrasado.
L., desculpa lá não ter ligado de volta, mas o sono não deixou ;)
Nã se metam com os alentejanos
Um advogado todo "da linha de Sintra", vai caçar patos para o Alentejo.
Dá um tiro, acerta num pato, mas o bicho cai dentro da propriedade de um lavrador.
Enquanto o advogado saltava a vedação, o lavrador chega no tractor e pergunta-lhe o que estava ele a fazer.
O advogado respondeu:
- Acabei de matar um pato, mas ele caiu na sua terra, e agora vou buscá-lo.
O velhote responde:
- Esta propriedade é privada, por isso não pode entrar.
O advogado, indignado:
- Eu sou um dos melhores advogados de Portugal! Se não me deixa ir buscar o pato eu processo-o e fico-lhe com tudo o que tem!
O lavrador sorriu e disse:
- O senhor não sabe como é que funcionam as coisas no Alentejo! Nós aqui temos o Código Napoleónico!
Nós resolvemos estas pequenas zangas com a Regra Alentejana dos Três Pontapés.
Primeiro eu dou-lhe três pontapés; depois você dá-me três pontapés e assim consecutivamente até um de nós desistir!
O advogado já se estava a sentir violento há um bocado, olhou para o velho e pensou que era fácil dar-lhe uma carga de porrada.
Por isso, aceitou resolver as coisas segundo o costume local.
O velho, muito lentamente, saiu do tractor e caminhou até perto do advogado.
O primeiro pontapé, dado com uma galocha bem pesada, acertou directamente nas bolas do advogado, que caiu de joelhos e vomitou.
O segundo pontapé quase arrancou o nariz do advogado.
Quando o advogado caiu de cara, com as dores, o lavrador apontou o terceiro pontapé aos rins, o que fez com que o outro quase desistisse.
Contudo, o coração negro e vingativo do advogado falou mais forte.
Ele não desistiu, levantou-se, todo ensanguentado, e disse:
- Bora, velhote! Agora é a minha vez!
O lavrador sorriu e disse:
- Nah...! Eu desisto...! Leve lá o pato...!!!
* recebida por mail
4 de fevereiro de 2009
SENHOR!
3 de fevereiro de 2009
Os comentários estão na mesma...
Acho que por hoje é melhor ir dormir, se não daqui a pouco acabo por apagar o blog sem querer!






